História

A concessão da sesmaria concedida pelo governador Aires Saldanha de Albuquerque ao sargento Bernardo Soares de Proença, tinha como objetivo atrair um povoamento para o local e logo de início foi assentada uma fazenda batizada de “Tamarati” – rocha brilhante em tupi guarani. Bernardo Proença começou a hospedar parentes e amigos na região, incentivando-os a obter terras no local. Com isso, o número de proprietários foi se expandindo e a região se desenvolvendo ao longo dos anos. A facilidade de captação de água, abundante na localidade, favorecia plantações e futuros cultivos atraía cada vez mais as colônias europeias. Depois disso, D. Pedro II obteve a posse da antiga fazenda e a incorporou à Imperial Fazenda de Petrópolis, com o nome de Itamarati – rio das pedras pequenas em tupi guarani. O bairro Itamarati é considerado o berço urbano de Petrópolis, pois foi o primeiro lugar que atraiu grande número de habitantes. Seu patrimônio maior foi a Fábrica de Papel, que tinha a chaminé mais alta do município. Hoje, o local é explorado por confecções e o bairro mantém um comércio extenso para atender os seus mais de 10.000 habitantes.

Logotipo

Seguindo a ideologia de seu nome, criamos um símbolo que representasse bem a história e o desenvolvimento social e econômico da região. O símbolo em si, consiste em traços finos e que remetem aos desenhos indígenas.
Do topo do símbolo, as linhas descem representando o rio e cada quadrado representa as pequenas pedras. Ao fim das linhas, a forma básica de uma construção representa a época em que a companhia Fábrica de Papel atuava na região.

A tipografia é trabalhada deixando a marca imponente e seu aspecto geral, harmonioso junto ao símbolo. Utilizamos a tagline “Berço do Progresso” por ter sido a primeira região com vasto número de habitantes.

Fotografias